1/06/2014

Governadora Roseana e o prefeito Edivaldo Holanda divulgam notas sobre os atentados na capital.





‘Não fugirei à minha responsabilidade’  garante a governadora.



A governadora do Maranhão, Roseana Sarney, se pronunciou, nesta segunda-feira (6), sobre os atos criminosos ocorridos emSão Luís, na última sexta-feira (3). Em nota, ela se disse ‘revoltada’ e repudiou de forma veemente as ocorrências comandadas de dentro dos presídios.

Além disso, Roseana externou sua dor pela morte da menina Ana Clara, e falou diretamente aos familiares da vítima, que morreu nesta segunda-feira (6). “Quero transmitir a minha solidariedade aos seus familiares, em especial à sua mãe e à irmãzinha de um ano, feridas no mesmo ataque criminoso”. A governadora completou citando Márcio Ronny da Cruz Nunes, que também está gravemente ferido.

Roseana Sarney reafirmou que esperas uma pronta resposta da Justiça. “Já encaminhei à Procuradoria Geral da República as informações sobre o sistema carcerário do estado”, garantiu a governadora, completando que em menos de 36 horas a polícia prendeu os autores e identificou os mandantes desses atentados, que estão sendo responsabilizados com rigor.

Por fim, a governadora garantiu que não fugirá à sua responsabilidade. “Reafirmo a minha determinação em combater o crime e o tráfico de drogas. Não seremos subjugados e nem nos deixaremos amendrontar por criminosos”, assinalou.
A nota é finalizada com a mensagem de que “da parte do governo não faltarão força e determinação para enfrentar os criminosos e manter a paz e a tranquilidade”.

O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior, também divulgou nota nesta segunda, se solidarizando com a família da menina Ana Clara. Ele se colocou “à disposição dos órgãos de segurança do Estado e da União para colaborar no que for possível em quaisquer ações que se façam necessárias para coibir a violência na cidade”.

Veja a íntegra do pronunciamento da governadora Roseana Sarney

"Quero externar a minha dor pela morte da menina Ana Clara e transmitir a minha solidariedade aos seus familiares, em especial à sua mãe e à irmãzinha de um ano, feridas no mesmo ataque criminoso. Minha solidariedade ao Márcio Ronny da Cruz Nunes, que também está gravemente ferido.

Sou mulher, mãe e avó. Imagino o sentimento de dor e aflição que passam as famílias, seus parentes e amigos.

Estou revoltada e repudio de forma veemente essas ocorrências comandadas de dentro dos presídios e seus desdobramentos registrados na noite da última sexta-feira.

A violência dos covardes e selvageria de seus atos exigem de todos nós uma resposta à altura, IMEDIATA, dentro dos ditames da Lei.
Em menos de 36 horas a polícia prendeu os autores e identificou os mandantes desses atentados, que estão sendo responsabilizados com rigor.
Espero uma resposta da Justiça.

Já encaminhei à Procuradoria Geral da República as informações sobre o sistema carcerário do estado.

No relatório estão detalhados o trabalho realizado e o plano de investimentos de mais de 130 milhões de reais na construção de novos presídios, equipamentos, melhoria e manutenção das unidades existentes.

Reafirmo a minha determinação de combater o crime e o tráfico de drogas. Não seremos subjulgados e nem nos deixaremos amedrontar por criminosos.
Não fugirei à minha responsabilidade.

Peço ao povo maranhense que não dê ouvidos a essa rede de boatos que tentam tumultuar o dia a dia do cidadão.

Da parte do governo não faltarão força e determinação para enfrentar os criminosos e manter a paz e a tranquilidade".

Veja a íntegra da nota do prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Júnior

“Manifesto meu profundo pesar pela morte da criança Ana Clara, vítima de brutal, hedionda e repulsiva violência. Nada ameniza a dor dilacerante da família, a quem me uno em solidariedade e orações.

A sociedade e seus representantes em todas as esferas não podem silenciar diante da gravíssima onda de violência que vem afrontando a cidade de São Luís, agredindo cidadãos e cidadãs,  e que agora vitimou até uma indefesa criança.
Estou, na condição de cidadão e prefeito, à disposição dos órgãos de segurança do Estado e da União para colaborar no que for possível em quaisquer ações que se façam necessárias para coibir a violência na cidade.