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3/30/2022

LIXÃO DE IMPERATRIZ: PROBLEMA CRÔNICO


Em Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, o lixo coletado ainda é depositado “no lixão”, cuja capacidade “operacional” está no fim.
  O lixo já “bate às portas” da margem da MA 125, a famosa Estrada Arroz e pode comprometer o tráfego de veículos. A estrada é a principal via de acesso para a Suzano indústria de celulose, cuja planta industrial local é uma das maiores do mundo.

 *O senador Roberto Rocha, e os ex-senadores Edison Lobão e João Alberto*   destinaram recursos para a construção do Aterro Sanitário do município. São mais de 20 milhões à disposição da Prefeitura. Pelo que se apurou já foi adquirida uma área para essa finalidade, mas não tem notícia do início da obra.

 Em 2010 a *Política Nacional de Resíduos Sólidos* de 2010 estabeleceu um prazo para o fim dos lixões no Brasil,  que seria em 2014, contudo o   novo marco do saneamento básico ( Lei 14.026 de 15 julho de 2020 ) aprovado  pelo Congresso Nacional,  empurrou a data  para frente,

Ficou assim:  as capitais e regiões metropolitanas tinham até 2 de agosto de 2021 para acabar com os lixões, enquanto cidades com mais de 100 mil habitantes (como é o caso de Imperatriz) têm até agosto de 2022 como prazo final. Já as cidades entre 50 e 100 mil habitantes têm até 2023 para eliminar o problema e municípios com menos de 50 mil habitantes têm até 2024. 

 

É lixo demais!  O País  é o quarto maior produtor de lixo do mundo e, por aqui, nem todo esse resíduo acaba tendo o destino correto. Exemplo disso é que, em muitos lugares, ainda ocorre o descarte de lixo nos rios, enquanto que a destinação mais adequada do lixo produzido pela população é o aterro sanitário.

ATERRO X LIXÃO


*Os aterros sanitários* são menos nocivos ao meio ambiente, pois são construídos para evitar a contaminação do solo, da água e do ar. Dessa forma, os subprodutos do lixo, como chorume e gases tóxicos, são retidos e não entram em contato com a natureza.

*O lixão*  é um espaço não controlado utilizado para o despejo de resíduos. Diferentemente dos aterros sanitários, eles não são construídos pensando em diminuir os impactos ambientais ou em locais isolados, o que ainda não ocorre em Imperatriz.

As fotos  são de hoje, 30 de Março, às 17h30

(Com informações do blog.brkambiental.com.br/)

1/03/2018

*PARCERIA ENTRE OS SENADORES DO MARANHÃO GARANTE ATERRO SANITÁRIO PARA IMPERATRIZ E O FIM DO LIXÃO


Bancada do Estado conseguiu viabilizar 21 milhões de reais , enquanto a prefeitura já assinou o convênio com o Governo Federal

A construção de um novo aterro sanitário em Imperatriz está perto de se tornar realidade. A informação foi confirmada pelo assessor de projetos da Prefeitura Max Andrade que seguindo orientação do prefeito Assis Ramos, junto com a secretária do Meio Ambiente Rosa Arrua, demandou todos os esforços para  que os recursos fossem alocados  e todos os prazos fossem garantidos para  que a Prefeitura pudesse  formalizar o convênio a partir dos recursos alocados pelos senadores maranhenses.

Nesta quinta-feira (28), os senadores que compõem a bancada do Estado, Roberto Rocha (PSDB-MA), Edison Lobão (PMDB-MA) e João Alberto (PMDB-MA), conseguiram empenhar recursos na ordem de R$ 21 milhões, junto ao Orçamento Geral da União (OGU) 2017 - Ministério do Meio Ambiente. 

Com isso, o prefeito Assis Ramos (PMDB) já assinou o convênio com o Governo Federal. O próximo passo é a apresentação do projeto à regional Caixa Econômica Federal no Maranhão, que deve ser concluído em breve. Quando aprovado, o município poderá licitar a escolha da empresa que será responsável pela execução das obras.

A implantação de um sistema ambientalmente adequado e viável de resíduos sólidos obedece à nova Política Nacional de Resíduos Sólidos, criada por meio da Lei Federal 12.305/2010. O aterro é uma antiga reivindicação que se arrasta há, pelo menos, 15 anos em Imperatriz. Com população estimada em 255 mil habitantes, atualmente, a cidade enfrenta uma situação de emergência socioambiental caótica, o que coloca em risco a saúde pública, especialmente, com a presença cada vez maior de lixões sem quaisquer tratamentos prévios.

Os recursos assegurados por meio do trabalho de parceria entre os senadores maranhenses serão usados para aquisição de uma área de 500 mil m2, no km 22 da BR-010, saída de Imperatriz para Açailândia, onde será instalado o novo aterro sanitário. O dinheiro também será aplicado para desativar o atual lixão da cidade e garantir a recuperação de toda área degradada, que hoje contamina todo lençol freático na região próxima à fábrica da Suzano. A expectativa é de que o aterro comece a ser instalado já em 2018.

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