3/15/2019

BOA NOTÍCIA: Maior evento de construção da América Latina premia empresa maranhense em SP



17ª EXPO REVESTIR, maior evento de arquitetura e construção da América Latina, reuniu esta semana em São Paulo, fornecedores, revendedores de materiais de construção, designers, arquitetos e estudantes de todo o Brasil e países vizinhos para mais uma edição do evento. O grupo Potiguar representou o Maranhão no evento e ficou entre os 06 maiores revendedores de materiais de construção da região nordeste.

Durante a solenidade de entrega do Prêmio Destaque Expo Revestir 2019, o presidente do Grupo Potiguar, Marcelo Brasil, recebeu  a premiação e enfatizou que o resultado é fruto da confiança de cada consumidor da empresa, assim como de um trabalho árduo e coletivo de cada colaborador, parceiro e fornecedor do grupo. No Dia do Consumidor, comemorado nesta sexta-feira (15), o grupo dedicou aos clientes das lojas de São Luís e Imperatriz a conquista nacional.

Essa é a quinta vez consecutiva que o grupo recebe a conquista. A comitiva da Potiguar que esteve presente na Expo Revestir também foi homenageada com troféus pelas marcas Biancogres e Elizabeth. O grupo também aproveitou a oportunidade para ir em busca de novidades para as lojas de São Luís e Imperatriz.

A Expo Revestir, que dita as tendências e a inovação na indústria de revestimentos e louças sanitárias, reuniu expositores de grandes marcas, com apresentação de novas coleções e novidades para projetos de engenharia, arquitetura, decoração e construtoras. Na programação, destaque para o Fórum de Líderes do Varejo, que teve palestra do economista Ricardo Amorim sobre perspectivas da economia brasileira.

ASCOM POTIGUAR



Suzano expande programa socioambiental para mais cidades


Este ano, sete novas cidades e mais 600 jovens serão beneficiados pelo Escola de Heróis

Suzano anuncia expansão do Projeto Escola de Heróis para sete novas cidades nos estados do Maranhão e do Tocantins. A iniciativa, lançada em 2017, busca desenvolver em crianças e adolescentes competências com foco em práticas sustentáveis com o meio ambiente, cidadania e disciplina. A turma, iniciada na última terça-feira (12/03), beneficiará mais de 600 jovens.

Ao longo do programa, os jovens terão a oportunidade de participar de atividades como aulas teóricas, atividades físicas, cível, aulas de canto, circuito de resistência e palestras. Além disso, ao final do treinamento, previsto para maio deste ano, uma das turmas será contemplada com uma visita à fábrica da Suzano, onde terá a oportunidade de conhecer o dia a dia da empresa e as atividades na prática.

Por meio do Escola de Heróis, as crianças são motivadas a promover, por iniciativa própria, discussões em seu ambiente escolar, casa e comunidade sobre alternativas práticas para conservação da natureza, entre outros fatores relevantes para a sociedade. “Assim como já vem acontecendo, nós esperamos que o programa evolua e seja expandido para ainda mais cidades. Essas crianças são hoje os novos agentes multiplicadores das boas atitudes com o meio ambiente e cidadania da região e por meio de programas como este buscamos fomentar o cuidado com a proteção ambiental”, explica Jackson Silva, Coordenador de Meio Ambiente da Suzano.

DA ASSESSORIA 


Suzano – Equipe de Comunicação Unidade Imperatriz
Glaucia Dias - glauciadias@suzano.com.br | Contato: 99 99173-7611
Cristina Ortunio - cservi@suzano.com.br | Contato: 99 99184-8856

PLANIN – Assessoria de Imprensa da Suzano
Angélica Consiglio, Beatriz Imenes e equipe – www.planin.com
Contato: Eduarda Lopes
suzano@planin.com - Tel.: (11) 2138-8949

3/14/2019

Massacre de Suzano: País ainda tenta entender o episódio, o sétimo do tipo ocorrido no Brasil



Às 9h42 de ontem, G.T.M., de 17 anos, atravessou o portão da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, São Paulo. Tinha em mãos um revólver calibre 38. Ex-aluno, o rapaz começou imediatamente a atirar contra um grupo de estudantes e funcionários na recepção. Era hora do lanche. Trinta segundos após, cruzou o portão seu amigo, Luiz Henrique de Castro, 25, também ex-aluno. Trazia besta, arco e flecha e uma machadinha. Golpeou corpos no chão e se jogou contra quem tentava fugir. Eles já haviam matado o tio de um deles, Jorge Antonio de Moraes, na locadora de carros da família. Foi de lá que pegaram o automóvel que os levou. Dentro da escola, mataram a coordenadora pedagógica e uma funcionária. No pátio, mais cinco alunos.


Os assassinos seguiram para o centro de línguas, onde alunos e professora haviam se trancado. E então, no corredor, um deles voltou-se contra o outro e o matou, cometendo suicídio na sequência. Em 15 minutos. (Estadão)

No Twitter, aluna da Escola Professor Raul Brasil, onde aconteceu o massacre, relatou as cenas que testemunhou na manhã de ontem.


Este é o 7º ataque do tipo ocorrido no Brasil. Durante toda a quarta, internautas lembraram de outros tiroteios ocorridos em colégios, como o de Columbine, nos EUA (1999), o de Realengo, no Rio (2011), e o de Goiânia (2017). Com ampla cobertura internacional, o New York Times ressaltou que tiroteios em escolas não são comuns no Brasil. Relembre outros casos semelhantes.

O crime de Suzano deixou extremamente agitados os dois principais chans brasileiros. São fóruns frequentados por rapazes que guardam o anonimato e falam num tom de extrema agressividade. Crimes como este, por lá, são incentivados. “Quando esses caras depressivos, solitários, decidem se matar”, conta um tuiteirofamiliar com o ambiente, “seus coleguinhas nos chans usam um chavão: ‘se mate, mas leve o gado junto.’” No ano passado, um dos frequentadores fez exatamente isto. Antes de cometer suicídio, matou uma mulher que lhe negara as investidas.




É  o maior massacre em escolas do estado. O governador João Dorialamentou que um fato como este “ocorra em nosso estado e nosso país”. Disse também que foi a cena mais triste que viiu em toda sua vida.

O  tópico ‘Armas’ ficou na lista de assuntos mais comentados do Twitter Mundial, abrindo novamente a discussão sobre a flexibilização de armas de fogo. De um lado, apoiadores do presidente brasileiro argumentam que não se pode culpá-lo por tragédias envolvendo armas. De outro, críticos alegam que Jair Bolsonaro normatiza atos de violência ao fazer ‘gesto de arma com a mão’. O vice-presidente Hamilton Mourão ressaltou que “agora é necessário compreender por que têm ocorrido ataques a tiros em escolas brasileiras”. Para o general, a flexibilização da posse de armas, autorizada pelo presidente Jair Bolsonaro, não tem relação com a tragédia ( Folha)