1/15/2019

Nasce a Suzano, fruto da união entre Suzano Papel e Celulose e Fibria



Fusão dá origem a uma das maiores empresas do Brasil

São Paulo, 14 de janeiro de 2019  A Suzano, empresa resultante da fusão entre a Suzano Papel e Celulose e a Fibria, inicia hoje suas operações. A companhia já nasce líder global na produção de celulose de eucalipto, além de ser uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina. O acordo, anunciado em março de 2018, foi submetido à aprovação de todos os órgãos reguladores nacionais e internacionais.

“Concluímos com êxito a realização de um sonho. A jornada que começa agora é movida pelo desejo de sermos protagonistas na evolução da sociedade e referência no uso sustentável de recursos renováveis e, a partir disso, contribuir para a construção de um mundo melhor, agora e no futuro”, afirma Walter Schalka, Presidente da Suzano.

A empresa já nasce com capacidade de produção de 11 milhões de toneladas de celulose de mercado e de 1,4 milhão de toneladas de papel por ano. A competitividade da Suzano pode ser medida por sua presença global, com vendas para mais de 80 países, e pela dimensão das operações, com 11 fábricas distribuídas pelo País e cerca de 37 mil colaboradores diretos e indiretos.

Dentro desse processo de integração das duas empresas, a união das melhores práticas operacionais com pessoas engajadas que, transformam, geram e compartilham valor, e com fornecedores, clientes, acionistas e todos os demais públicos será fundamental.

           “Uniremos a tecnologia ao espírito empreendedor para irmos além. É assim que faremos a diferença para a sociedade ao impactar positivamente desde as comunidades nas quais estamos presentes até bilhões de pessoas que usam diariamente produtos fabricados com nossa celulose em todo o mundo”, diz Schalka.

A companhia também entende que Inovação e Sustentabilidade andam lado a lado. Por isso, a soma de tecnologia, empreendedorismo e agricultura responsável continuará a garantir o crescimento e a perenidade dos negócios.

            “Estamos entusiasmados em relação às transformações que a Suzano está vivendo e reforçamos, nesse momento, o compromisso de seguirmos contribuindo para o desenvolvimento do Brasil e para a promoção da educação, da cultura, da saúde e do bem-estar na vida das pessoas”, ressalta Schalka.


DA ASSESSORIA

PESQUISA: 68% REJEITAM FACILITAR ACESSO A ARMAS DE FOGO



De acordo com o Datafolha, 68% dos brasileiros rejeita facilitar acesso de pessoas às armas. O levantamento indica que, embora otimistas com o governo, as agendas mais caras ao novo presidente não têm aderência com os desejos da população. 54% desejam educação sexual nas escolas, 66% não querem que se dê preferência ao governo dos EUA em relação a outros países, 60% rejeita reduzir áreas destinadas a indígenas e outros 59% discordam de que a política ambiental atrapalhe o desenvolvimento do Brasil.

Os pontos nos quais há maior concordância são: controle da entrada de imigrantes (67% deseja) e redução da maioridade penal para 16 anos (84%). (Folha)

POSSE DE ARMAS DE FOGO FICARÁ MAIS FÁCIL A PARTIR DE HOJE


Para especialistas medida não resolve o problema da violência e ainda há o risco do aumento de mortes

Está marcada para às 11h, no Palácio do Planalto, a assinatura pelo presidente Jair Bolsonaro do decreto que flexibiliza a posse de armas. O texto não muda a lei, apenas sua regulamentação, e trata da posse, não do porte. Será facilitado ter uma arma em casa, não carregá-la.

Para a posse, é preciso ter mais de 25 anos, ocupação lícita, residência certa, comprovar capacidade técnica e psicológica, explicar a necessidade da arma, jamais ter sido condenado e não responder a inquérito ou processo criminal. Atenuando as exigências para cada item, e alargando o prazo para renovação dos documentos, é possível facilitar o acesso. (Folha)

Hoje, no Brasil, ter uma arma custa pelo menos R$ 4 mil e pode chegar aos R$ 10 mil. (Globo)