8/05/2013

“Queremos formar uma grande rede de combate aos problemas sociais em Imperatriz”, diz Mirian Reis

Mirian (Sedes) e Formiga ( Mulher) sempre em ação.

A titular da SEDES observa que o Município tem buscado apoio para o combate às drogas e a redução da população de rua

Vários projetos voltados ao Combate do uso de drogas e ao aumento da população de rua estão sendo implantados pela Prefeitura de Imperatriz através da Secretaria de Desenvolvimento Social (SEDES) em todo o município. Dentre eles estão os Projetos “Crack, é possível vencer”, “Centro POP” e o já em curso, “Voltando para Casa”.

Para que os projetos sejam implantados e funcionem com eficácia é necessário que haja apoiadores que acreditem e ajudem em sua promoção, conforme explica a secretária de Desenvolvimento Social, Miriam Reis.

“No decorrer das últimas semanas venho realizando reuniões com representantes do poder público em suas diversas esferas e da sociedade civil. O objetivo dos encontros é formar uma grande Rede de Combate às drogas e de enfrentamento ao crescimento da população de rua, que já soma um número razoável nas principais praças da cidade de Imperatriz”, explica.

Miriam Reis esclarece ainda que a Rede de Combate está sendo formada pelos seguintes órgãos e instituições: Secretaria Municipal de Trânsito e Transportes (SETRAN), Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS), Secretaria Municipal de Educação (SEMED), Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SEDEL), Polícia Militar (PM) e Civil, Câmara de Vereadores, Centros Terapêuticos, Associação Comercial e Industrial de Imperatriz (ACII), Meios de Comunicação e Sociedade em geral.

Assim, Miriam Reis ressalta: “Estamos firmando parcerias com a Setran, Policia Militar, Imprensa, o Comercio local, e outras entidades para apoiar estas ações e minimizar os problemas vividos em nossa cidade. A ideia é fazer uma grande campanha na cidade orientando as pessoas a não dar dinheiro, nem esmolas à população de rua ou a usuários de drogas. Que doem roupas, calçados e até alimentação, se for o caso, mas que dinheiro seja doado aos abrigos e assim, que a população de rua ou usuários busquem uma alternativa nos centros de apoio”.

Ela destaca ainda, que os convênios facilitam também na atuação e na abordagem a essas pessoas que se encontram em estado de vulnerabilidade.

“Nós não vamos obrigar a pessoa a sair das drogas, ou da rua, mas nós queremos através da lei, de indicações da sociedade e apontamentos de instituições parceiras, localizar, abordar e assistir quem está em condição mínima de sobrevivência, para que assim comecem algum processo de tratamento”, disse. [Sara Ribeiro – ASCOM]