5/07/2015

Ação articulada defende transporte legal de passageiros em Imperatriz


Iniciativa quer coibir o transporte ilegal e garantir mais segurança aos usuários do serviço em Imperatriz.
A Prefeitura de Imperatriz, por meio de ação articulada, envolvendo a Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (SETRAN), a Polícia Militar, a Polícia Rodoviária Federal, o Ministério Público Estadual e o Departamento de Trânsito do Maranhão (DETRAN/1ª CIRETRAN), vai iniciar uma série de medidas para garantir transporte legal e de qualidade, que corresponda à demanda e aos anseios da população.
Para alcançar o objetivo, os órgãos envolvidos no processo farão campanhas educativas, conscientizando o usuário, como também promoverão rigorosa fiscalização, exigindo das concessionárias um transporte coletivo de qualidade e eficiente, combatendo a prática do transporte clandestino de passageiros no âmbito do Município de Imperatriz.
Para o prefeito Sebastião Madeira, assegurar aos usuários do serviço com segurança e eficiência a um preço acessível, e que seja legalizado é fundamental para a efetivação da qualidade pretendida pelos órgãos envolvidos na ação. “Esperamos alcançar os objetivos traçados e amplamente discutidos com os órgãos envolvidos na Campanha do Transporte Legal de Imperatriz”.
Trabalho em conjunto
O secretário municipal de trânsito e transportes, José Ribamar Alves, o Cabo J. Ribamar ressalta que as campanhas educativas e de fiscalização que serão desenvolvidas nos próximos dias são resultado da discussão e planejamento em conjunto das ações.
“A problemática do combate ao transporte irregular em Imperatriz é um anseio da atual gestão municipal e que também preocupa todos os órgãos ligados direta e indiretamente à oferta e controle do transporte público e alternativo em nossa cidade. As ações que serão desenvolvidas com essa finalidade não são particulares, são fruto de uma serie de encontros entre todas as esferas do poder público envolvidas nesse serviço. Nosso objetivo é garantir a qualidade no serviço e proporcionar um serviço digno aos nossos usuários”.

[Kayla Pachêco – ASCOM]