1/15/2016

“Sociedade deve colaborar com a coleta seletiva”, diz secretário de Meio Ambiente do Município


Gil Carvalho

O secretário municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente (Sepluma), Richard Seba Caldas, considera um desafio não apenas para o município de Imperatriz, mas das regiões sul e sudoeste maranhense em encontrar uma solução para eliminar os chamados “lixões”.

Para ele, “é necessário celebrar parceria entre os governos municipal, estadual, federal e a iniciativa privada para acabar com os lixões e implementar a política de recolhimento dos resíduos sólidos em Imperatriz”.

Seba ilustrou que no ano passou conseguiu montar um plano de trabalho com uma indústria de papel e celulose com propósito de minimizar o lixão, situado na margem da “Estrada do Arroz”. “Vamos reduzir esse volume de lixo que será destinado ao lixão”, garantiu ele, que entende ser possível separar os resíduos sólidos destinados à reciclagem antes de chegar ao lixão.

O secretário salienta que “é preciso uma atitude da sociedade visando colaborar com o projeto de coleta seletiva, separando corretamente os resíduos sólidos, pois entende que esse não é um problema unicamente dos municípios, dos estados e da união”. “Esse é um problema de toda sociedade que deve separar, ainda em casa, o lixo. E lembrou que existem ações do município em parceria com a iniciativa que fomentam a coleta seletiva”, completa.

Richard Seba ressaltou que o município trabalha no sentido de reduzir gradualmente o despejo de resíduos no lixão, inclusive anunciou que um projeto foi enviado avaliação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) para que um novo modelo seja implantado no município de Imperatriz.

Ele também assinala a necessidade de incentivar a criação de novas cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis em Imperatriz. “Essas pessoas que estão no lixão foram cadastradas pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedes) para receber imóvel do programa Minha Casa, Minha Vida; também foram retiradas dessa área, porém acabaram retornando por estarem habituadas a esse local, pois essa não é uma ação fácil para nenhum gestor”, concluiu.