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Mostrando postagens de dezembro, 2024

Anjos não tiram Férias! A Tragédia da Ponte de Estreito: Luto, Reflexão e a Fragilidade da Vida

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  ElsonMAraujo No calendário das nossas vidas, o final de ano é um tempo marcado por contrastes. Enquanto muitos se entregam ao descanso merecido, outros mergulham no trabalho redobrado e nas festas típicas do período. É um tempo em que a esperança se mistura ao cansaço e, para os que têm fé, ao cuidado invisível dos anjos da guarda. Aprendi cedo, nas aulas de catecismo, a repetir uma oração que ainda me acompanha: “Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador, se a ti me confiou a piedade divina, sempre me rege, me guarde, me governe, me ilumine. Amém.” Mas, nesse frenesi de fim de ano, mesmo os anjos parecem sobrecarregados. Não por desatenção, mas porque as imprudências humanas somadas à negligência com o que é público criam um cenário onde o acaso não é tão acidental assim. Os jornais estampam histórias que poderiam ser evitadas, como o desastre de Teófilo Ottoni, em Minas Gerais, ou, mais perto de nós, o colapso da ponte sobre o Rio Tocantins, ligando Estreito (MA) a Aguiarnópol...

Rildo Amaral: Entre o Renascimento e o Desafio

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  ElsonMAraujo Às expectativas de mudanças no campo pessoal, nesse derradeiro mês de 2024 em Imperatriz, somam-se as esperanças em torno da nova gestão municipal. O cargo de prefeito, esse mandato passageiro, oferece no máximo oito anos de oportunidade, segundo as regras vigentes. É tempo suficiente para marcar uma gestão como amada ou odiada, ou ainda ser esquecida pela indiferença do tempo. Durante o mandato, o imprevisível pode surgir, mas cabe ao gestor decidir como pretende ser lembrado: como um líder que inspirou ou apenas mais um ocupante temporário do poder. Há quase oito anos, Imperatriz vivia essa mesma expectativa: a promessa de um novo ciclo político e administrativo que transformaria a cidade. Mas o atual gestor não conseguiu traduzir as intenções em legado. Por mais que tenha acumulado acertos, eles não ressoaram no imaginário popular. O sentimento predominante é de indiferença: uma despedida sem saudade. E, como reza a tradição, "rei morto, rei posto". ...