5/15/2015

Fiscalizar é um instrumento necessário para manter a ordem”, diz secretário de Trânsito

 O secretário de Trânsito, cabo J. Ribamar, esclarece sobre fiscalização no aeroporto de Imperatriz
Em audiência pública realizada nesta quinta-feira (14) na Câmara Municipal, o secretário de Trânsito e Transportes (Setran), José Ribamar Alves Soares, o cabo J. Ribamar esclareceu sobre a regulamentação estacionamento de veículos e o trabalho de fiscalização na área do aeroporto Renato Cortez Moreira, em Imperatriz.
Ele observou que antes da regulamentação e da privatização do estacionamento, o serviço de fiscalização de trânsito já vinha sendo feito normalmente pelos agentes de trânsito em toda extensão da Avenida Moacyr Spósito Ribeiro, via de acesso ao aeroporto de Imperatriz. “É obvio que não era com tanta frequência, mas já tínhamos esse trabalho de fiscalização”, garante.
Dois outros setores dispõem de fiscalização permanente na área do trânsito: terminal rodoviário governador Jackson Lago, no Jardim São Luís, e na Avenida João de Deus Fiquene, a Beira Rio. “Temos recebido várias solicitações da comunidade para que esse serviço de fiscalização também seja feito pela manhã na Avenida Beira Rio”, contou.
O secretário J. Ribamar compreende que o ideal, se fosse possível, era expandir o serviço de fiscalização de trânsito levando-o para todos os bairros de Imperatriz, evitando dessa forma irregularidades nas vias urbanas da cidade. “A fiscalização é o instrumento necessário para manutenção da ordem”, diz ele, ao frisar que a atividade está prevista [por resolução] no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).
Segundo ele, o impasse é por conta da limitação de espaço físico para estacionamento de veículos no espaço público, de competência da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero).
 “Não quero questionar a capacidade, e nem a forma de fazer, mas a Infraero tem sua independência administrativa, mas o fato é que, tínhamos um espaço natural, de uso de todos, e de repente passa a cobrar pelo estacionamento, percebo que existe uma resistência, fato natural, porém entendo que é possível se verificar uma tolerância maior (gratuita) no estacionamento privado”, sugeriu. [Gil Carvalho – ASCOM]
Fotos: Fábio Barbosa