8/02/2016

Vândalos incendeia lixeiras no centro da cidade. O ato criminoso foi documentado por câmeras de segurança


O conjunto de lixeiras fazia a coleta seletiva do lixo na porta do prédio da administração municipal

     Servidores das secretarias da Administração, Agricultura, Desenvolvimento Econômico, Assessoria de Comunicação (ASCOM), entre outros órgãos do governo municipal, se depararam no início da manhã de segunda-feira (1º de agosto), com os recipientes arrancados de sua base, e o lixo jogado no leito da rua.

     As lixeiras seletivas recolhiam, respectivamente, papel, plástico, vidro, cujo lixo era levado pelos garis da prefeitura para o local devido. Em um dos recipientes, os vândalos atearam fogo, deixando um rastro de destruição. As lixeiras não serviam apenas os servidores municipais, mas as lojas que ficam próximas ao antigo prédio da SEMED.

     O registro em questão, não é porque esse fato aconteceu na porta de um centro administrativo municipal, mas é mostrar para a população a falta de cidadania de determinadas pessoas, que tem a obrigação de zelar pelos bens públicos. Algumas empresas parceiras da Prefeitura instalaram lixeiras nas praças, as quais também estão sendo destruídas.

     Para o titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura, Roberto Alencar – SINFRA, é preciso que se conscientize as pessoas a não jogarem lixo no meio da rua, nos leitos dos riachos que cotam a cidade, pois esse lixo é levado pela força das águas da chuva para o leito do rio Tocantins, colaborando com o seu assoreamento (entupimento) e que o poder público tem feito sua parte, mas é necessária a mudança de atitude das pessoas que ainda não conseguem ver esses e outros bens como de propriedade da própria população.
            

De acordo com o secretário, o prefeito Sebastião Madeira tem se esforçado para tornar a cidade com uma feição paisagística mais apreciada pelos moradores e também pelas pessoas que a visitam. “Não podemos aceitar ações típicas de vândalos quebrando lixeiras, telefones e outros bens públicos”, afirma o secretário.
Domingos Cezar [ASCOM]