6/08/2012

Em artigo, Edson Vidigal analisa cenário político de Imperatriz 




A pujança tanto econômica quanto política de Imperatriz tem sido inspiração permanente para os que trabalham para que o Maranhão comece, o quanto antes, a se libertar do atraso econômico e da pobreza política.

A pobreza política decorre do atraso econômico.
Onde a produção não se realiza e a economia não transcorre, faltam empregos, renda, escolas, saúde, segurança, transportes, saneamento, infraestrutura e sobram espaços para os demagogos, os que fazem da política meio de vida à custa da enganação da maioria pobre, sem instrução, mal informada.

Daí que as eleições municipais em Imperatriz atraem atenções de todo o Estado representando um ensaio do que poderá ocorrer nas eleições estaduais seguintes.
Imperatriz lidera o sul do Estado e para onde o seu eleitorado aponta seguem também as maiorias independentes dos outros Municípios. A Oposição com Jackson Lago ganhou, e com folga, todas por lá.

Na ultima eleição, fui o Senador segundo mais votado, vencendo dois ex-governadores e colado com margem mínima ao primeiro colocado, no caso outro ex-governador, o nosso estrategista José Reinaldo.

O Madeira foi de uma lealdade incomensurável com o Jackson, que venceu no sul, mas que acabou perdendo força no resto do Estado por causa da campanha desleal e nojenta dos concorrentes espalhando que se ele fosse eleito seria novamente cassado.

A reunião final que definiu a aliança do PSDB com o PDT para viabilizar em 2010 a candidatura do Jackson foi na minha casa. O Madeira, líder inconteste do PSDB no Estado, foi ate bravo com a pequena resistência que se esboçou na vespera, a qual, ao fim, se aquietou.

Agora o Madeira vai para a reeleição tendo como Vice na sua chapa exatamente o Pastor Porto, que foi o Vice Governador do Jackson no segundo turno de 2006 e na sucumbência de 2010. Dona Clay, a viúva do Governador cassado, apóia. Os leais companheiros do Jackson apóiam.

O Madeira vem realizando em Imperatriz uma administração exemplar. Defeitos, em qualquer cenário, há sempre quem os aponte. Criticas, as mais acidas, há sempre quem as faça.

Ninguém é capaz de contentar a todos querendo unanimidade. A oposição ao Madeira sabe fazer barulho. Mas em Imperatriz, as urnas sempre falam mais alto