11/13/2012

APELAÇÃO: Procurador Geral de Imperatriz é vítima perrengue na disputa da OAB maranhense




Há pouco dias da eleição para presidência da Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil no Maranhão, que acontece no próximo dia 23 de novembro de 2012, já começa a aparecer na rede mundial de computadores o nível eleitoral da disputa pela OAB maranhense.

No último final de semana, um blog da capital, que se coloca no cenário radicalmente contra a candidatura de Mário Macieira, que pretende reeleger-se presidente da Ordem no Maranhão, atacou, covardemente, dois advogados de Imperatriz, apoiadores de Macieira, divulgando, sabidamente, uma descabida e maldosa informação.

Para tentar atingir o líder da disputa o blogueiro não pestanejou em atacar o Procurador Geral do Município de Imperatriz, Dr. Gilson Ramalho, reproduzindo, exclusivamente, a versão de uma pessoa que se diz lesada pelo advogado de Imperatriz.

O mais interessante que é o blogueiro sequer tentou ouvir a versão de suas vítimas, omitindo a importante informação segundo a qual a dita Representação contra os advogados de Imperatriz foi julgada improcedente, cujo parecer foi acatado pelo Tribunal de Ética e Disciplina da OAB. O clichê não diz ainda que o autor da representação, mesmo depois de oficialmente notificado da decisão, não apresentou recurso.

A “matéria” oculta também os nomes dos demais advogados arrolados na Representação bem como ainda a versão dos representados, o que, por si, leva a crer que o texto reproduzido pelo blogueiro teve endereço e objetivo certo: atingir Macieira para tentar inviabilizar sua liderança eleitoral.

Informações da Assessoria do Procurador Geral do Município de Imperatriz dão conta que todas as providencias jurídicas estão sendo adotadas para combater aquilo ela nominou de “grave leviandade”.

 A Assessoria arremata sustentando que o advogado Gilson Ramalho não praticou qualquer conduta que desafiasse os bons costumes e a ética profissional e que o arrazoado, divulgado nos blogs, leviano e calunioso, não reflete seus atos nem os atos de seus colegas, igualmente vítimas do ataque.