8/20/2013

Caso do assassinato do professor Iron: Mistério bem perto do fim.



 
A sociedade que cobra, com justa razão, o anuncio  oficial do resultado das investigações   tem que ter mais um pouco de paciência já que a  PC precisa fazer seu papel bem feito para que  a posteriori o Ministério Público,  e  o Poder Judiciário façam o seu.

Apesar do “silêncio” estratégico da Polícia,  oficiosamente, até pelas caraterísticas do crime,  já se sabe que se  tratou de um crime de mando. Alguém, com muito ódio,  contratou  os dois matadores de aluguel que executaram o professor Iron com vários tiros quando este chegava com  mulher de um evento religioso no Parque de Exposições.

Também não é segredo mais para ninguém, e isso ficou bem claro nas raras  palavras cifradas do diretor regional de segurança  delegado Assis Ramos  sobre o caso, qual teria sido a móvel do assassinato do professor, que deixou  um filho pré-adolescente. 

Iron, conhecido e reconhecido na cidade pelas suas performances artísticas, principalmente no mundo infanto/juvenil,  pelo que a cidade pôde depreender das palavras do delegado Assis,  levava uma vida dupla.

Por trás do artista e do homem religioso admirado e amado pelo público, haveria outra personalidade que adotava um  comportamento reprovável,  tanto  no aspecto moral quanto no penal.  Talvez esteja  nessa questão o fato de toda cautela possível no apurar dos fatos,  e nesse particular a Polícia tem razão.