8/17/2013

Secretário esclarece força tarefa na Avenida Bernardo Sayão: Justo temor, teria sido a causa da confusão.



 “A Prefeitura  não cogitou em nenhum momento a retirada das paneleiras da Avenida Bernardo Sayão”, declarou ontem, durante entrevista à reportagem, o secretário municipal de Planejamento Urbano e Meio Ambiente (Sepluma), José Cleto Vasconcelos.

Ele explicou que foi realizada uma ação de secretários municipais ligados aos setores da Agricultura e do Planejamento para desobstrução do passeio público na área comercial das “Quatro Bocas”, na Avenida Bernardo Sayão. “Acho que as paneleiras entenderam que essa ação seria para retirá-las da área conhecida como panelodrómo, mas não é, pois o prefeito Sebastião Madeira não cogita essa possibilidade”, frisa.

Devido à manifestação ocorrida na manhã dessa sexta-feira (16) na Avenida Bernardo Sayão, o prefeito Sebastião Madeira solicitou que eu reunisse com os vendedores de paneladas para esclarecer os fatos. “A médio prazo o prefeito Madeira tentará recolocá-las para outro local, na própria avenida Bernardo Sayão, porém em área digna, a partir de um entendimento com os vendedores de panelada”, disse.

Cleto Vasconcelos justificou que após reunião com as paneleiras ficou esclarecido os fatos, onde promoveram de imediato à desobstrução da via pública, além disso prestei contas ao gestor municipal das ações realizadas. 

“Voltarei a conversar com as paneleiras para participar de uma reunião com o prefeito Madeira, para desfazer qualquer mal entendido, pois queremos apenas disciplinar essa ação, sem tirar o ganha pão de ninguém, principalmente das paneleiras”, esclareceu.


O secretário observa que aconteceu o chamado “justo temor” devido operações de fiscalização que estão sendo desenvolvidas pelos técnicos da Sepluma para coibir a ocupação desenfreada do passeio público na área das “Quatro Bocas”. “Nós temos sido firme nas ações, mas respeitamos os direitos dos trabalhadores, queremos apenas que seja uma cidade ordenada, pois esta é a segunda maior cidade do Maranhão”, concluiu. [ASCOM]