12/17/2014

Renovada frota de ambulâncias de Imperatriz. Prefeitura levará a leilão as que não estão em condições de uso.


 
Frota de ambulâncias do município foi totalmente renovada em 2014
 
Com a renovação da frota em 2014, as ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) de Imperatriz que não apresentam mais condições de tráfego por desgaste pelo tempo de uso serão leiloadas. Os veículos encontram-se estacionados no pátio da Prefeitura Municipal aguardando a conclusão das exigências legais para a realização do leilão.
De acordo com as Portarias GM/MS 1.863 e 1.864 de 29/09/2003 l que tratam sobre renovação de frota das ambulâncias da Rede Nacional SAMU 192, um dos critérios levado em consideração para descarte de um veículo é o período mínimo de uso compreendido de 03 (três) anos ou quilometragem mínima de 300.00 (trezentos mil) km rodados, ou o que ocorrer primeiro.
Levando em consideração estes critérios e a excelência nos serviços prestados pelo SAMU em Imperatriz, a frota foi toda renovada em 2014, não havendo necessidade de manter estas ambulâncias circulação com altos custos de manutenção. Segundo afirmou um dos responsáveis pela frota da Secretaria Municipal de Saúde (SEMUS), algumas chegavam a ser consertadas e na semana seguinte quebravam duas ou três vezes.
 

Portanto, as ambulâncias que estão no pátio da Prefeitura de Imperatriz não estão fazendo falta aos usuários do Sistema Único de Saúde, pois o quantitativo que a secretaria disponibiliza atende perfeitamente a população de Imperatriz e região. “Das ambulâncias da nova frota apenas uma está parada devido não ter mais condições de circular, pois foi dada perda total do veículo em um acidente em que ela esteve envolvida”, informa o Secretário de Administração do Município, Iramar Cândido.
Ele ressalta ainda que existe uma segunda ambulância que foi citada na reportagem exibida no Bom Dia Brasil desta terça feira (16), como descartada, que não está fora de circulação, ela apenas é utilizada para transporte de pacientes que fazem hemodiálise e não tem condições de serem transportados em carros de passeio. Assim sendo, ela está sendo utilizada normalmente.
De acordo com Secretária Municipal de Saúde, Conceição Madeira, as ambulâncias que se encontram no pátio da Prefeitura tratam-se de veículos que não tem mais utilidade para o Município, pois sua reforma é economicamente inviável, por isso serão leiloados.
“Utilizar veículos que não tem as mínimas condições de tráfego é colocar em risco a vida dos pacientes que estão sendo transportados e não podemos compactuar com isso”, afirma o Prefeito Sebastião Madeira ao falar sobre o processo de leilão já está em tramitação.
 Além das ambulâncias, cerca de 20 veículos entre carros e motos estão inclusos neste processo, a maioria são sucatas e só terá utilidade para ferro velho. “Já foi feito levantamento da frota que será leiloada, e toda a documentação está sendo preparada. O leilão acontecerá assim que a câmara aprovar o projeto de lei que autoriza a prefeitura a realizar a venda”, afirma o secretário.
O prefeito lembrou ainda que graças a qualidade que é mantida na estrutura das ambulâncias utilizadas no dia a dia para atender os pedidos de socorro dos imperatrizenses é que foi possível salvar no mês de agosto uma criança por meio de um parto de emergência realizado no local do chamado, dentro da ambulância que oferecia todas as condições necessárias para realização do procedimento.
 
Reforço
Sobre a nova frota, vale ressaltar que o SAMU foi contemplado em 2013 com uma motolância e em 2014 com mais dez ambulâncias incluindo uma traçada para atender as solicitações nos locais de difícil acesso; sendo que ano passado o serviço já havia sido reforçado com aquisição de outras três ambulâncias.
Para a secretária com a ambulância traçada se ampliou a cobertura do atendimento prestado as pessoas que moram em regiões mais carentes. “A caminhonete traçada 4x4 nos está nos auxiliando no socorro de dezenas de pacientes, especialmente os da zona rural, pois ela tem capacidade de chegar aos lugares que as ambulâncias comuns não têm; além de proporcionar mais conforto e segurança aos pacientes que são transportados”, afirma.
Maria Almeida - ASCOM