4/30/2010

Drauzio Varela vem a Imperatriz conhecer trabalho de professor do Campus da Uema





O médico Drauzio Varella, estrela da Rede Globo nas matérias relacionadas a questões de saúde, desembarca em Imperatriz na próxima terça-feira, um dia depois de uma equipe da Globo que o acompanhará por suas andanças por aqui.

Varela vem a Imperatriz conhecer de perto o trabalho cientifico do professor/ pesquisador da Universidade Estadual do Maranhão Antônio Augusto Frazão conhecido internacionalmente por suas pesquisas com plantas fitoterápicas.

Ganhou o mundo as pesquisas do professor Frazão com uma substância extraída da graviola, fruta típica do cerrado maranhense, da qual desenvolveu uma pomada usada para combater feridas provocadas pelo diabetes e até pelo câncer. O medicamento que ele produz é distribuído gratuitamente a dezenas de enfermos.
Por conta de suas pesquisas ele já esteve na Europa e na Asia e agora chama a atenção da mídia nacional.

Na ultima vez que me encontrei com o professor Frazão ele me disse que a “ pomada da graviola” tinha sido encampada pela Organização das Nações Unidas (ONU)

A informação da vinda do doutor doutor Drauzio Varela é da secretaria municipal de saúde Conceição Madeira. Por conta de compromissos de trabalho em Brasília na terça, ela determinou que o médico fosse ciceroneado pelo secretario adjunto Arnaldo Alencar e pelo coordenador da Atenção Básica, Charles Miranda.

DRAUZIO VARELA ?

O médico Drauzio Varella é cancerologista, formado pela USP. Nasceu em São Paulo, em 1943. Foi um dos pioneiros no tratamento da AIDS, especialmente do sarcoma de Kaposi, no Brasil. Em 1986, sob a orientação do jornalista Fernando Vieira de Melo, iniciou campanhas que visavam ao esclarecimento da população sobre a prevenção à AIDS, primeiro pela rádio Jovem Pan AM e depois pela 89 FM de São Paulo.
Na Rede Globo, participou das séries sobre o corpo humano, primeiros socorros, gravidez, combate ao tabagismo, planejamento familiar, transplantes e diversas outras, exibidas no Fantástico.

Em 1989, iniciou um trabalho de pesquisa sobre a prevalência do vírus HIV na população carcerária da Casa de Detenção do Carandiru. Desse ano, até a desativação do presídio, em setembro de 2002, trabalhou como médico voluntário. Atualmente, faz o mesmo trabalho na Penitenciária Feminina de São Paulo.