3/18/2013

Policial português atropelado em Imperatriz volta para Portugal. Na tragédia, Quarta-feira de Cinzas, a mulher dele morreu.



O policial Português Celso Pinto  deixou  Imperatriz na manhã de  hoje mais de um mês depois   da  tragédia que tirou a vida da mulher dele, a brasileira Vera Lucia,  e lhe causou ferimentos que só  agora lhe permitiram voltar para Vila Meã, povoação próxima à  Cidade do Porto, onde é soldado da Guarda Nacional Republicana.

O policial, a mulher e  um outro casal foram colhidos de cheio por uma Hilux Preta no início da madrugada da última Quarta-Feira de Cinzas na esquina da Amazonas com a São Francisco, na Nova Imperatriz. O veículo teria avançado a preferencial. Vera morreu antes de chegar ao Hospital Municipal.

Celso viajou hoje cedo.  ”Levo saudades do povo brasileiro. Agradeço a forma carinhosa  como fui tratado por todas  pessoas com quem mantive contato,  mas deixo  o Brasil  revoltado com as instituições” declarou  o policial pouca horas antes de deixar Imperatriz. O sentimento de revolta dele   é pelo fato do caso não ter sido esclarecido.

A Polícia por mais que tenha feito não avançou nas investigações. Uma caminhonete  suspeita de ter sido a do atropelamento chegou a ser apreendida,  o condutor e o proprietário  ouvidos.  Os suspeitos negaram envolvimento, o carro permaneceu no Instituto de Criminalística por vários dias até ser  periciado.

O laudo, conforme a Polícia Civil,  não confirmou ter sido aquela Hilux a protagonista da tragédia. Com isso,  o caso do policial português, como este próprio previra “cai em águas de bacalhau”, expressão similar à nossa “não deu em nada”.

Entenda o caso.




http://porelsonaraujo.blogspot.com.br/2013/02/mulher-atropelada-e-morta-na-nova.html



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