1/28/2014

Depois de 40 anos de espera, comunidade comemora pavimentação da Rua Eduardo Gomes no Maranhão Novo


A comunidade festeja os serviços de pavimentação asfáltica que estão sendo realizados na Rua Eduardo Gomes, no Bairro Maranhão Novo. É o fim da poeira e da lama, diz o aposentado Ernesto Soares, de 73 anos.

Segundo ele, o asfaltamento da via é um sonho antigo dos moradores que durante décadas conviveram, nesta época do ano, com a lama nas portas de suas casas. “Moro há 42 anos nesse endereço (Rua Eduardo Gomes), pois antes aqui era somente no lamaçal”, lembra.
O aposentado comemora esse “novo tempo de transformação da infraestrutura das ruas do Maranhão Novo”. “Nós, durante 40 anos, ficamos esquecidos pelo poder público de Imperatriz”, afirma.
Ernesto Soares diz que durante vistoria realizada na quarta-feira (22) pelo prefeito Sebastião Madeira na obra destacou a importância dos serviços que estão sendo feitos pela Prefeitura Municipal.
Da cidade de Poção de Pedras (MA), a senhora Maria do Nascimento Conceição Silva, de 80 anos, que há 25 anos visita a filha que mora na Rua Eduardo Gomes, contou que chegou a duvidar que a obra de pavimentação seria realizada ainda neste governo do prefeito Sebastião Madeira.

“Estive há quatro meses em Imperatriz, mas hoje observo a realidade diferente com o serviço adiantado de pavimentação das ruas do bairro Maranhão Novo, como é o caso da Rua Eduardo Gomes”, diz ela. “As pessoas que estão morando aqui estão todos cheios de vida, pois acabará de vez com a lama”, emenda.
O estudante Jefferson Guilherme da Silva Morais, que reside há três anos no bairro, detalha o sofrimento dos motoristas que se arriscavam em passar pela Rua Eduardo Gomes. “Cheia de buracos, muita lama e mato, esse era o aspecto dessa via que praticamente estava intransitável”, acrescenta.
Ele sustenta que a situação era muito crítica durante o período invernoso passado com casas alagadas, ruas submersas e lama. “O cenário era feio, mas hoje a realidade é bem diferente com o trânsito de veículos pela nossa rua, coisa que não acontecia”, finaliza. (Ascom)