10/13/2014

Líder das Assembleias de Deus de Imperatriz, Pastor Raul Cavalcante declara apoio a Aécio Neves.


As lideranças evangélicas se destacaram, em presença,  na reunião  organizada pelo prefeito de Imperatriz Sebastião  Madeira para o lançamento da campanha de segundo turno  de Aécio para presidente da República. No auditório muitos líderes, entre eles o apóstolo Adivando Júnior, o pastor Paulo Sérgio Macedo  e o presidente das Assembleias de Deus de Imperatriz Raul Cavalcante Batista, maior denominação evangélica da cidade com mais de 30 mil congregados.

No primeiro turno grande parte dos evangélicos do Brasil tinha a intenção de voto em Marina Silva, que é evangélica,  como ela não chegou ao segundo turno parte dessa intenção de voto migrou para Aécio Neves, dai o grande número de adesões ao projeto de Aécio presidente.

Na reunião organizada pelo prefeito Madeira ficou clara essa migração  dos evangélicos para o tucano.  Convidado a dirigir uma oração no final do encontro, o pastor Raul não se limitou ao simples ato de orar.  Antes, surpreendendo a todos, dada à sua discrição nas questões eleitorais,  deixou claro, com sua presença, e fala { pela família} o voto em Aécio.

Outra surpresa-  


Outra surpresa na reunião de  lançamento do segundo turno da campanha de Aécio em Imperatriz,  foi a presença do advogado Sálvio Dino, pai do governador eleito  Flávio Dino. 

Dino tentou ser discreto, mas logo sua presença foi notada sendo convidado pelo prefeito a se dirigir até o palco sob aplausos. “O Flávio não veio minha gente, mas o pai dele está aqui”  comentou o prefeito.

Membro do PC do B, Flávio Dino, que foi presidente da Empresa Brasileira de Turismo –Embratur,  no atual governo do PT,  neste segundo  optou  incialmente pela neutralidade, embora a direção  estadual do seu partido tenha anunciado o apoio à candidatura à reeleição de Dilma. Mesmo tendo anunciado a neutralidade, o vice-governador eleito Carlos Brandão em um dos momentos de sua fala, destacou a afinidade e o carinho de Flávio por Aécio  destacando que “não é impossível que até o final da campanha ele deixe essa neutralidade e suba no palanque de Aécio”