11/22/2014

“Temos que encontrar uma solução para o problema de saneamento básico de Imperatriz”, defende Madeira


Por Domingos Cezar

          
                 O prefeito Sebastião Madeira, inicialmente, falou da necessidade de se encontrar uma solução para o angustiante problema de saneamento básico de Imperatriz. Para o gestor, a falta de saneamento tem sido o grande gargalo que emperra o desenvolvimento do município, que poderia estar recebendo bem mais investidores do que vem recebendo atualmente.

            Ele lembrou que há um ano busca atrair para Imperatriz uma empresa que propiciará cerca de 3 mil empregos destinado aos jovens. “Porém, os deputados eleitos Marco Aurélio (estadual) e Zé Reinaldo Tavares (federal) estiveram em João Pessoa e sabem que a empresa ainda não veio porque precisa de uma área de mais de 5 mil hectares, mas que tenha rede de água e esgoto”.

            De acordo com Sebastião Madeira, grande parte da cidade não tem água e 76% não tem rede de esgoto, além Dio mais os riachos que cortam Imperatriz estão completamente poluídos porque se transformaram em depósito de lixo. Para o prefeito, a audiência possibilita a população escolher o modelo de gestão de água e esgoto que deseja para a cidade de Imperatriz nos próximos anos.

            Madeira lembrou que a Companhia de Água e Esgoto do Maranhão (Caema) tem a concessão de serviços há 40 anos, mas não vem prestando os serviços que a população deseja. “Prova disso são os constantes panes que acontecem deixando a população sem água, além da rede de esgoto que deixa descoberto cerca de 76% da área de nossa cidade”, afirmou o prefeito.

            Depois da apresentação do relatório, Sebastião Madeira voltou a se pronunciar afirmando que ele foi elaborado com profundidade e extrema responsabilidade. “Ele mostra os problemas e aponta as soluções, os rumos que devemos tomar para eliminarmos esses gargalos”, disse o prefeito lembrando que, no caso da Caema perder a concessão, seus funcionários continuarão trabalhando, pois são servidores do Estado